sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A amizade desenvolve a felicidade e reduz o sofrimento, duplicando a nossa alegria e dividindo a nossa dor.

Joseph Addison

quarta-feira, 7 de julho de 2010

pense na feliciade


A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor... Não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos amor, todinho maiúsculo.

Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanto cinema.

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E, se a gente tem pouco, é com este pouco que vamos tentar segurar a onda, com humor, fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista, é fazer o possível e aceitar o improvável.

Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.

A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. se a meta está alta demais, reduza-a.
Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz.

Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade

sexta-feira, 18 de junho de 2010

"Eu me perguntava...oque dizer sobre amizade??!!

E ENTÃO PENSEI EM TODOS MEUS AMIGOS...
EU PENSEI NAS QUALIDADES QUE OS DIFERENCIAVAM, COISAS QUE OS FAZEM ÚNICOS E QUERIDOS...
COMO AQUELES QUE SÃO TÃO DIFERENTES E NOS ENTENDEM TANTO...
AQUELES QUE NOS AJUDAM EM MOMENTOS DIFÍCEIS...
AQUELES QUE AS VEZES NOS DEIXAM VERDES..
OS ENGRAÇADOS
OS INTELECTUAIS
OS QUE NOS COBREM DE PAZ
OS QUE NUNCA SE ANIMAM
OS QUE NOS MIMAM
OS QUE NECESSITAM MIMOS
OS ORIGINAIS
OS QUE NECESSITAM CUIDADOS
OS QUE SÃO CAPAZES DE NOS CARREGAR ,SEJA QUAL FOR NOSSO ESTADO DE ANIMO
OS QUE SEMPRE ESTÃO ATENTOS
OS QUE SEMPRE MOSTRAM UMA PARTE QUE SÃO
OS QUE SEMPRE CONSEGUEM O QUE QUEREM
OS INSÓLITOS!!!
OS CORAJOSOS
OS QUE SEMPRE ESTÃO DISPOSTOS A JUNTAR-SE PARA FAZER ALGO...
OS QUE SEMPRE TEM UMA NOTICIA OU UMA NOVIDADE PARA CONTAR..
OS GRITÕES
OS QUE ENTRAM EM CASA A QUALQUER MOMENTO
OS QUE FAZEM TEMER]
OS ORGANIZADOS
OS "FOLGADOS"DE SEMPRE
OS PROTECTORES]
OS DE LONGE]
OS QUE NÃO PARAM DE TRABALHAR
OS QUE TEM DELÍRIOS DE GRANDEZA
OS QUE SEMPRE ESTÃO ENROLADOS EM ALGO]
OS QUE SEMPRE ESTÃO DISPOSTOS A QUALQUER COISA PARA NÃO PASSARMOS UM MAL MOMENTO..
E OS QUE NECESSITAM DE PROTECÇÃO
OS BRINCALHÕES
OS SURPREENDENTES
OS QUE CAIM EM UM MOMENTO ERRADO
OS QUE SE JUNTAM EM UM PASSEIO
OS QUE NOS FAZEM RIR A QUALQUER PREÇO
OS QUE SÃO TÃO TERNOS
OS QUE SE ESCONDEM
OS QUE PRATICAMENTE SÃO PARTE DE UM MESMO
OS QUE SEMPRE ESTÃO NOS ESPERANDO
A TODOS E A CADA UM DELES
OBRIGADO
A TODOS MEUS AMIGOS
A TODOS..
A TODOSSSSS..
OBRIGADO POR ANDARMOS JUNTOS..
NA CAMINHADA DA VIDA..
OBRIGADO POR ANDAREM SEMPRE ATENTOS SEMPRE QUE NECESSITO
OBRIGADO POR QUERER-ME ASSIM COMO SOU FAZENDO MINHA VIDA MAIS SIMPLES
ILUMINANDO CADA MOMENTO
OBRIGADO

sexta-feira, 11 de junho de 2010

terça-feira, 25 de maio de 2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

PEQUENA HISTÓRIA DE UM GRANDE NÃO-AMOR, BASEADA EM FATOS REAIS, COMO NUM FILME AMERICANO PARA A TV, OU:

Outro dia o João, logo depois de cruzar com a Maria, num desses encontros casuais da vida e de trocar com ela, com desconcertada educação, um "oi, tudo bem", percebeu-se a conversar consigo mesmo:


- Meu Deus, a Maria, a minha não-namorada. Quanta falta, às vezes, eu sinto dela! Que saudades daquilo que foi tão pouco! Ao que, João se respondeu:


- Coversando sozinho, João? Mas por que essa falta? Melancólico por que está por perto o dia dos namorados, ou o seu aniversário, ou o aniversário dela, ou o Natal, ou qualquer outra coisa? E daí? O que poderia acontecer se a Maria fosse sua namorada, e não uma simples não-namorada com quem você cruza por aí, de quando em vez? Hoje em dia vocês mal se falam!


- Ah, se ela fosse minha namorada, eu poderia dizer a ela, como se fossem minhas, palavras de Vinicius de Moraes : “o meu amor por você é como uma velha canção aos seus ouvidos”. Ou, talvez, lhe sussurrasse, como Amenófis IV à sua rainha Nefertiti, no Egito antigo: “o meu amor, por você, durará tanto quanto o eterno piscar das estrelas”.........


- Mas, João, se toca, ela é, apenas, uma simples não-namorada, não há como você falar isso a ela. E aí, como é que você fica, como é que você vai tocando a vida?


- Aí, eu não vou tocando a vida. Não vou porque eu também não tenho a voz da Elis Regina, pois que, se a tivesse, poderia cantar, como ela, em “O Cantador”, de Dori Caymmi e Nelson Mota: “De que serve o meu canto e eu, se, em meu peito, há um amor que não morreu. Eu canto a dor, de uma vida perdida, sem amor”.


- Meu caro amigo, que, por acaso, sou eu mesmo, o João, mas que que papelão! Elis Regina? Faça-me o favor! Além disso você não está sendo nada original, usando falas de outros. E saiba você, também, que o homem só não é ridículo quando diz determinadas coisas, como essas que você está falando, quando as diz para a sua namorada, na vida ou na despedida. Não se fala coisas dessas a uma simples não-namorada, que, acho até, nem se importa tanto assim com você!


- Olha, vendo as coisas por esse lado, acho, até, que você tem razão e percebo o deslize deste escrito meu. Mas é que, ao contrário do que eu disse acima (ou disseram por mim), em meu peito, na verdade, existe um amor que eu ainda não vivi. E é por ainda não tê-lo vivido que, mesmo que eu queira, e eu já o quis tantas vezes, não me morre a esperança de que um dia a Maria, por distração ou tentação, por piedade ou por vontade, por desamor ou por favor, como benção ou consolação, se lembre deste pobre João e conceda-me, enfim, a ventura de um pequeno (ou grande, ou imenso, mas infinito) deslize seu.

Aí o João se calou, não se disse mais nada, guardou, de novo, todos aqueles desperdiçados sentimentos, num canto próprio de sua alma e seguiu o seu caminho. E se foi, não-alegre e não-faceiro, sabendo, sem saber, que num outro encontro casual, toda essa pequena história, de novo iria ser contada. É que, se essa história é pequena e curta, essa história também não tem como acabar, pois só à Maria foi dada aquela pena de ganso, aquela caneta tinteiro, aquela caneta esferográfica, aquela máquina de escrever, aquele teclado de computador que possuem o poder de determinar e de escrever o ato e a palavra:

FIM